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Os desafios de gerar conteúdo de valor

Quando você produz conteúdos para as redes sociais, muito se ouve sobre conteúdo de valor, mas o que é e como fazer?

Conteúdo de valor nada mais é do que aquele post que tem relevância, que traz conhecimento, informação e causa uma transformação ao seu leitor. 

Você não precisa focar em fazer apenas esses conteúdos, pois é necessário ter uma diversidade nas publicações, mas para gerar mais conhecimento a quem te acompanha, é imprescindível. 

Para simplificar mais ainda esse entendimento, o conteúdo de valor é aquele que é de interesse do seu público-alvo, por exemplo: sanando dúvidas, ensinando termos ou trazendo um conhecimento aprofundado de um tema. 

Agora você pode estar se perguntando, mas como eu faço isso? 

É aqui que entramos no assunto Marketing de Conteúdo. Nós não temos que fazer uma promoção direta da marca, mas pensar em conteúdo que atraiam o público-alvo ao trazer soluções para seus problemas.

De acordo com a Rock Content: “Marketing de Conteúdo é uma estratégia de Marketing focada em engajar seu público-alvo e crescer sua rede de clientes e potenciais clientes por meio da criação de conteúdo relevante e valioso (textos, vídeos, ebooks, posts em redes sociais). Você atrai, envolve e gera valor para as pessoas de modo a criar uma percepção positiva da sua marca e, assim, gerar mais negócios.”

Sendo assim, para conseguir criar um conteúdo rico para os seus leitores é necessário identificar a sua persona.

Saber com QUEM você está falando é o primeiro passo para ter sucesso na produção das publicações. 

Sabendo disso, pense sobre as maiores dores/dificuldades dela e responda: 

  • O que ela está procurando? 
  • Como posso ajudá-la?

Foque em responder essas perguntas para ter um direcionamento maior no tema abordado e para identificar o melhor formato para transmitir esses ensinamentos. 

Pense em palavras-chave do assunto, procure na internet e veja as principais dúvidas que estão surgindo sobre esse tema. Existem ferramentas que você pode utilizar para procurar como as pessoas estão pesquisando algum tópico, algumas delas são: Ubersuggest, Answer the Public e o Google trends. 

Além disso, leia os comentários nos posts de seus concorrentes, veja as dúvidas dos potenciais clientes; procure no youtube quais temas estão sendo abordados e se é relevante trazer para as suas redes. 

Traga essa informação para o dia a dia do seu leitor, conte uma história para explicar o tema, tente criar uma conexão, isso vai fazer com que o seu público se identifique e se sinta mais à vontade para fazer novas perguntas, e para continuar te seguindo e conferindo os próximos conteúdos. 

Ao final do seu post, traga sempre um Call to action (uma chamada para a ação). Faça com que o seu leitor sinta vontade de comentar ou tomar uma ação específica, como: acessar um link ou  entrar em contato pelo direct ou whatsApp, por exemplo. 

Lembre-se de que nas redes sociais tudo são testes, não vai ser da primeira vez, no primeiro post, que você vai conseguir acertar. Teste formatos diferentes, abordagem diferentes. Tente entender o que chama mais a atenção da sua persona.

É com muito treino, foco e determinação para aprender todas as boas práticas que você vai conseguir fazer, cada dia mais, conteúdos que interessem verdadeiramente o seu público. 

Ana Carolina Inácio

Social Media na Leonora Ventures

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Como minha empresa pode Inovar?

Cada vez mais vemos as empresas buscando inovação para o seu negócio, para se diferenciar de seus concorrentes, enxugar seus custos e otimizar os recursos empregados no seu processo produtivo, e cada vez mais vemos as empresas não entenderem como elas podem inovar no seu dia-a-dia.

Veja, pintar uma sala do seu escritório com cores vibrantes e colocar puffs no lugar de cadeiras não é inovação, é apenas uma forma criativa de decorar um espaço. 

Para inovar, as empresas precisam entender que isso é um processo, assim como o comercial, ou até mesmo o contábil, e pode ser desenhado por ferramentas de BPM (Business Process Management).

O que diferencia o primeiro dos demais, são as metodologias disruptivas e os programas de inovação que a empresa pode participar. E falando nesses programas, vamos falar sobre alguns tipos aqui embaixo: 

  • Programas de Open Innovation: Os programas de Open Innovation (ou Inovação Aberta) estão crescendo muito nos últimos anos aqui no Brasil, com empresas criando os seus, mas principalmente se conectando com Hubs que oferecem Programas de Inovação Incremental. Estes programas consistem em a empresa mapear as suas dores, problemas e objetivos internos, e com isso, ocorre uma busca por Startups que possam auxiliar na resolução do que foi definido previamente, e com isso, mapeando todas as etapas da implementação da solução na empresa.
  • Programas de Intraempreendedorismo: O intraempreendedorismo consiste em encontrar oportunidades de empreender e inovar dentro da própria empresa, aproveitando os colaboradores que se interessam por empreendedorismo, criatividade e inovação. Com o apoio do negócio, eles podem desenvolver novos produtos, serviços ou processos. Algumas empresas implantaram seus próprios programas, mas a maioria teve problemas com qual metodologia empregar em um programa como esse para que os colaboradores possam se desenvolver como líderes, empreendedores e ao mesmo tempo continuar com as suas atividades no dia-a-dia da empresa, sem impactar a sua produtividade. Por isso, nos últimos anos, as empresas que oferecem este tipo de programa para as empresas estão começando a ganhar força no cenário nacional, e já trazendo resultados para as empresas. 
  • Corporate Venture Builder: Um novo modelo que vem ganhando força no Brasil são as Corporates Venture Builders, que tem como objetivo primário resolver dores primárias da Corporate e ajudar em objetivos de mercado futuro. Mas não é só isso. Como o nome diz, existe a parte de Venture Builder dentro deste tipo de modelo de negócio, e as Venture Builders são organizações que atuam sistematicamente no desenvolvimento de startups, aportando seus próprios recursos, em troca de uma parte do Equity dessa empresa, então é de extrema importância que, além de resolver as dores da Corporate, a CVB consiga dar tração das empresas que estão no seu portfólio. As CVB’s também são consideradas como programa de Open Innovation, mas de uma forma mais robusta e com uma duração um pouco maior, enquanto uma rodada de programas de inovação incremental duram 12 meses, com 3 resoluções de problemas, o modelo de CVB dura em média 5 anos e abarca até 30 Startups no portfólio. Este tipo de programa tem busca além da inovação, pois conta com uma forte tese de investimentos, que busca trazer retorno para seus investidores. 

É consenso que a inovação, quando bem feita, traz diversos benefícios para as empresas, como novos modelos de negócio, novas formas de receita, além de aumentar a sua competitividade frente aos concorrentes em que atua e impactar seus clientes com as inovações que busca trazer para o mercado. 

Se você quiser conhecer mais sobre como a sua empresa pode inovar, basta procurar a Leonora Ventures nas redes sociais que estaremos prontos para ajudar a crescer o seu negócio, e entrar definitivamente no mundo da inovação!

Bruno Bicca

Analista de Inovação – Leonora Ventures

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Investimentos em startups via venture builder

Como funciona o mercado de
investimentos em startups via venture builder

As startups estão sempre captando investimento. Geralmente as empresas da nova economia iniciam com um investimento próprio, ou de algum anjo, mas logo em seguida se necessita de mais capital para crescer.

Será mesmo que ela necessita neste momento? A captação de recursos deve-se destinar a investimentos para crescimento de clientes ou desenvolvimento e melhoria do produto. Porém, nos primeiros anos de vida da startup o risco do investidor ainda é alto, e o custo para a startup em razão do seu equity é mais alto ainda.

Se a startup tiver como gerar caixa e aumentar seu faturamento, mostrando-se aderente ao mercado, faz com que o risco ao investidor reduza, seu valuation aumente, e o equity vendido se torne menor.

Mas como gerar caixa sem aporte financeiro? Nesse contexto, as venture builders desempenham um papel-chave no desenvolvimento dessas startups, afinal, utilizando recursos próprios e de investidores, as venture builders oferecem às startups os recursos operacionais e financeiros necessários para fazer as operações diárias rodarem.

Principalmente quando estão ligadas a uma empresa tradicional, chamadas de Corporate Venture Builder, o papel da CVB é entregar à startup, o capital intelectual e todo o trabalho da equipe, com visão de mercado, expertise operacional, modelo de verticalização do negócio e mercado, utilizando-se da rede de clientes e relacionamento da Corporate ao qual está vinculada.

As ventures builders também são excelentes caminhos para investidores que desejam ampliar seu portfólio com baixo investimento e risco mitigado, pois o investidor se torna sócio da venture builder, seu dinheiro é aplicado na operação desta para captação e desenvolvimento das startups. E só ficam nos portfólios da ventures builders àquelas startups que estão crescendo. Ou seja, o investidor torna-se sócio, também, de todas as startups do portfólio da VB.

 

Segundo a base de dados Crunchbase, cerca de US$ 288 bilhões foram investidos em startups pelo mundo durante o primeiro semestre de 2021. O número representou alta de 61% sobre último recorde, de US$ 179 bilhões investidos no segundo semestre de 2020. Na comparação com os US$ 148 bilhões do primeiro semestre de 2020, a alta foi de 95%.

Na separação entre investimentos em startups de estágio semente (angel e seed), estágio inicial (early stage) e estágio avançado (growth/late stage), a última categoria atraiu mais recursos. Foram US$ 11,3 bilhões investidos em estágio semente; US$ 81,1 bilhões investidos em estágio inicial; e US$ 195,3 bilhões em estágio avançado na soma dos dois primeiros trimestres de 2021.

Segundo o Inside Venture Capital, relatório da empresa de inovação Distrito, US$ 5,2 bilhões foram investidos em startups brasileiras neste primeiro semestre. Esse também é um recorde histórico, superando em 45% o visto ao longo de todo o ano de 2020. 

 

Assim como no panorama mundial, investimentos em estágio avançado concentram o maior volume captado. Essa realidade é ainda mais vista no Brasil: o late stage concentra 95% do volume investido.

Percebe-se que os olhares dos investidores estão para startups maduras, com mercado validados e em crescimento de vendas. Este panorama reforça a tese de que a startup precisa crescer com seus esforços e recursos para conquistar investimentos. E, novamente, a startup precisa buscar parceiros que os auxiliem neste crescimento e busca de recursos no momento ideal, tornando este cheque de investimento barato em relação ao seu equity.

“O investidor brasileiro está em busca de investimentos alternativos e mais retorno, dado o fim dos altos juros em aplicações como títulos do Tesouro Direito”, afirma Rodrigo Carneiro, CEO da SMU Investimentos.

“Esperamos que os próximos semestres sejam igualmente movimentados, graças ao amadurecimento do mercado somado à recuperação econômica e a superação da crise sanitária”, escreve o Distrito em seu relatório.

Temos um mercado brasileiro cada vez mais olhando para o investimento em startups e amadurecendo neste contexto. A nova economia começou a gerar interesse em pessoas que antes visavam o mercado financeiro através de investimentos em renda fixa e variável através de fundos bancários ou da bolsa de valores.

Temos também empresas tradicionais olhando para as startups como forma de inovação de processos operacionais e gerenciais, assim como para entrada e crescimento em novos mercados. Torna-se recorrente estas empresas criarem labs para intraempreendedorismo e para alcance destas startups em diversos estágios. 

“O que certamente pode acontecer no futuro próximo é uma escassez de boas oportunidades de investimento, o que pode levar a um aumento dos valuations e também à flexibilização dos termos de investimento. Não acreditamos que esse fenômeno seja passageiro. Ainda existem muitas ineficiências nas cadeias de valor e oportunidades na prestação de serviços que a tecnologia pode endereçar”, afirma Carneiro.

“Muitas corporações se viram muito mais atrasadas; muitos investidores se viram muito mais mal alocados; e muitos governos perceberam que são menos incentivadores de inovação do que imaginavam. Essa percepção generalizada é muito forte, que faz com que os investimentos em startups e empresas inovadoras de tecnologia ainda venham a atrair muito capital não só ao longo dos próximos trimestres, mas certamente nos próximos anos e talvez décadas”, concorda Dan Yamamura, sócio da gestora Fuse Capital. A Fuse Capital aportou em negócios como AIO, Fligoo e W.Dental.

 

Ana Paula Debiazi

CEO Leonora Ventures

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Empresas se juntam para lançar a Leonora Ventures e abrem oportunidade para startups

  • via https://www.economiasc.com

A Leonora, empresa da indústria de papelariacom sede em Palhoça, juntou-se em fevereiro com a FCJ, maior venture builder da América Latina, para lançar a corporate venture builder Leonora Ventures.

A iniciativa tem como objetivo investir em startups que possam sanar grandes dores da indústria e também desenvolver o ecossistema local.

Com mais de 35 anos de história, é o primeiro projeto da empresa na área, mas que já vislumbra resultados positivos em sua operação.

À frente da nova empresa está Ana Paula Debiazi, economista e especialista em finanças e operações.

“Antes mesmo da pandemia atingir o mundo, a inovação já era a chave para o sucesso de muitas empresas e, em 2021, a inovação significa sobrevivência diante do mercado. E mesmo que muitas organizações já tenham colocado soluções inovadoras em prática, agora chegou a hora de analisar os resultados de um ano imprevisível como 2020 e ajustar as ações de acordo com o novo perfil de consumidor que surgiu durante esse período”, destaca.

Seguindo o modelo de inovação aberta da FCJ, as startups selecionadas pela Leonora Ventures terão um suporte especializado para enfrentarem, principalmente, os primeiros momentos do negócio, que são os mais incertos.

Para a empresária, o importante a partir de agora é “estabelecer a base do investimento, o modelo de captação, o perfil dos investidores e a região em que eles estão”.

A Leonora Ventures já está recebendo inscrições de startups interessadas em fazer parte do portfólio da empresa, para isso, basta acessar o site clicando aqui.

  • via https://www.economiasc.com

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Ana Debiazi é a CEO da Leonora Ventures

Leonora Ventures é uma corporate venture builder do ramo de educação e varejo que tem o objetivo de levar soluções tecnológicas para esses mercados, aproximando organizações da cultura de startups.

E para dar início às suas atividades, a Leonora Ventures anuncia como CEO Ana Debiazi, economista e especialista em finanças e operações. Saiba mais!

A Leonora

A Leonora nasceu como um gráfica e foi se expandindo com a fabricação de blocos e guias para pagamento de impostos. Ao passar do tempo, a Leonora encontrou no mercado de materiais escolares e de escritório uma saída para inovar. 

Hoje a Leonora é composta por três grandes marcas: Leo&Leo, Jocar Office e LeoArte, que têm foco, respectivamente, no público escolar, nos escritórios e em artistas/artesãos de modo geral.

Com um DNA empreendedor e inovador, a Leonora decidiu mergulhar no mundo das startups como forma de levar soluções inteligentes para o mercado de educação e varejo. Dessa forma, em parceria com a FCJ Venture Builder, criou-se a Leonora Ventures.

A Leonora Ventures

Seguindo a metodologia de desenvolvimento de startups da FCJ, a Leonora Ventures tem como objetivo buscar soluções no mercado e desenvolvê-las, de modo que essas startups possam atuar não só nos processos da própria Leonora, como também de diversas outras organizações.

Em entrevista, a CEO Ana Debiazi diz que “o ponto focal na Leonora é sair da empresa tradicional e focar na tecnologia, ver como as startups conseguem fazer essa diferença, afinal a Leonora está inserida no mercado mais importante na vida de qualquer pessoa, que é a educação, por isso precisamos inovar para continuarmos fazendo a diferença desde a base”.

A Leonora Ventures surge da parceria entre a Leonora e a FCJ, a maior rede de Venture Builder da América Latina. Dessa forma, seguindo um modelo de inovação aberta da FCJ, as startups selecionadas pela Leonora Ventures terão um suporte especializado para enfrentarem, principalmente, os primeiros momentos do negócio, que são os mais incertos.

Para a CEO, o importante a partir de agora é “estabelecer a base do investimento, o modelo de captação, o perfil dos investidores e a região em que eles estão”. Ela completa dizendo: “vamos definir esse perfil do investidor e das startups. São duas coisas bem distintas, mas, que no final, caminham juntas”.

A tecnologia na educação

A pandemia de coronavírus mostrou diversas facetas da educação não só no Brasil, mas no mundo. Para Ana, “a saída do analógico para o digital, no ramo da educação ainda estava muito imatura e aí, de repente, chegou a pandemia”.

Ela complementa dizendo que “a mudança na educação, quando a gente fala em contexto de tecnologia, tem que começar pela sala de aula, pela cultura do ensino-aprendizagem, e se começarmos pela educação básica, as coisas vão alavancar”. 

“Estou muito satisfeita por estar na Leonora por conta desse mercado. Precisamos aproveitar o que a indústria traz de positivo para mudarmos o contexto da educação e transformar os cidadãos que estão nas escolas hoje”, finaliza a CEO.

A tecnologia nas organizações

Outro ponto importante é que muitas empresas precisaram se adaptar ao digital da noite para o dia, o que teve impactos gigantescos no modo de trabalho de muitas pessoas.

Quanto a isso, Ana diz que “conforme o tempo foi passando [em relação à pandemia], o desespero foi crescendo, porque você não preparou a empresa para essa mudança de chave. Quando você vai fazer uma inserção de tecnologia, não adianta “enfiar”. É preciso criar uma cultura digital para que todos vejam isso como uma mudança positiva. Você mostra que a tecnologia reduz custo, traz eficiência e agilidade”. 

A CEO finaliza dizendo que “queremos fazer essa mudança de cultura, trazendo os benefícios diversos da tecnologia para o dia a dia da Leonora. Analisar dados, analisar gargalos, obter uma gama de informações que não se tinha antes…”.

Sobre a CEO

Ana Paula Debiazi Vicente é formada em economia pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, pós-graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas, especialista em Controladoria pela mesma instituição e, ainda, tem MBA em Gestão de Negócios pela Universidade de São Paulo.

Ana Debiazi, CEO da Leonora Ventures

Ana Paula já foi responsável pela expansão de empresas de saúde e da indústria alimentícia, chegando à área de inovação. Ana diz: “quando cheguei nessa primeira startup, eu precisava gerir todo o investimento e as contratações. Eu precisava fazer com que o investimento desse certo. Aí, entrei como gerente financeiro e algumas coisas bacanas aconteceram”.

Ela complementa: “eu fui incisiva nas colocações e na tomada de decisões. Isso mostrou que eu era a pessoa certa para gerir o negócio, e a empresa fez a alavancagem que as startups precisam fazer. Aprendi o que é uma startup, como os processos precisam mudar rapidamente, e como tudo é muito rápido. Se você demora, a startup acaba morrendo”.

Um tempo depois, Ana conheceu uma venture builder que estava “buildando” duas startups. Uma estava a alguns passos da internacionalização e a outra, realizando testes de mercado. 

Ana conta que começou a atuar nas duas startups com cargos distintos. Ela diz “em uma, deixei o financeiro rodando OK para começarmos a correr atrás de investimento e mostrar ao mercado que essa era uma empresa viável e fazer a internacionalização”. 

Ela completa, “a outra era uma empresa de quatro anos que nunca alavancou. Aí analisamos produto, discurso de vendas e plano de negócio para entender o que tinha acontecido e depois levá-la ao mercado novamente. Em janeiro de 2020, tudo havia sido resolvido”.

Em suma, Ana aponta que “a Leonora está inserida nesse grande mercado, agora com uma CVB que vai captar startups da educação e varejo. Vamos fazer uma junção muito boa para levarmos soluções inteligentes ao mercado”.

Quer acompanhar os próximos passos da Leonora Ventures? Siga-a nas redes sociais: Facebook, Instagram e LinkedIn!

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Leonora fecha parceria com FCJ para criação da Corporate Venture Builder Leonora Ventures

Leonora fecha parceria com FCJ para criação da Corporate Venture Builder Leonora Ventures

A nova Corporate Venture Builder busca soluções voltadas para inovações tecnológicas, setor da educação e mercado varejista.

Antes mesmo da pandemia do coronavírus atingir o mundo, a inovação já era a chave para o sucesso de muitas empresas e, em 2021, a inovação significa sobrevivência diante do mercado. E mesmo que muitas organizações já tenham colocado soluções inovadoras em prática, agora chegou a hora de analisar os resultados de um ano imprevisível como 2020 e ajustar as ações de acordo com o novo perfil de consumidor que surgiu durante esse período.

E foi pensando em inovar cada vez mais que a Leonora Comercio Internacional, uma empresa brasileira de mais de 35 anos que atua com produtos escolares, materiais para escritório e uma linha autêntica de produtos voltada para trabalhos manuais, uniu-se à FCJ Venture Builder para fomentar ainda mais a inovação nos setores de educação e varejo por meio de uma Corporate Venture Builder, a Leonora Ventures. Saiba mais sobre essa parceria abaixo!

A Leonora

Inaugurada inicialmente como uma gráfica, a Leonora é uma empresa de 35 anos que tem em sua essência a felicidade e a paixão pelo o que faz. O nome é uma homenagem do fundador e diretor da organização, Alberi Antônio Rodrigues, à sua mãe.

A história da Leonora inicia-se em 1984, quando o fundador da organização saiu do Paraná e foi para Rondônia levando consigo uma máquina tipográfica e alguns de seus colaboradores, dando início à produção de blocos e guias para pagamentos de impostos.

Anos depois, em 1991, encantados com o setor de materiais escolares, a empresa inaugurou sua própria fábrica de cadernos em Vilhena, Rondônia, e passou a fabricar seus próprios cadernos escolares.

Após visitar uma feira internacional em 1995, a Leonora foi também pioneira no fornecimento de papel de formulário contínuo nas regiões norte e centro oeste do país. Nesse movimento de expansão, a Leonora fundou a sua primeira filial em Manaus nos anos 2000.

A Leonora seguiu com a produção fabril até 2008, ano em que reformulou seus negócios e deu início ao processo de importação de produtos, inaugurando suas novas marcas Leo&Leo e Jocar Office, que atendem a linha escolar e materiais de escritório, respectivamente.

Após reformulações importantes para o crescimento e posicionamento da Leonora no mercado, foi lançada em 2019 a LeoArte, uma marca criada para desenvolver ferramentas autênticas voltadas para o trabalho artesanal e criativo.

O sistema logístico próprio

Atendendo diversos pontos de vendas espalhados em todo Brasil, com uma sede e duas filiais, a Leonora conta com um centro de logística próprio em Palhoça/SC e uma filial logística em Cariacica, no Espírito Santo, permitindo mais agilidade aos processos logísticos tanto das marcas Leonora quanto de empresas parceiras através da Leolog.

Busca por inovação

A Leonora sempre atuou com espírito empreendedor, o que fez com que a organização se reinventasse ao longo dos anos, democratizando o acesso às tendências do mercado de papelaria. Agora, mais do que nunca, a Leonora continua na busca por transformações e é nas startups que a corporação vê um novo potencial de crescimento.

Corporate Venture Builder

A rede FCJ é pioneira no mercado de Venture Builder na América Latina. Desde seu lançamento em 2013, tem como objetivo levar inovação para diversas regiões e mercados do Brasil e do mundo, buscando e desenvolvendo soluções inovadoras (venture builder) e garantindo às startups os recursos necessários para o seu desenvolvimento sustentável e escalável.

No exterior, a FCJ atende o continente europeu meio da FCJ Europe e da licenciada FCJ Finland, além de contar com a FCJ USA, que atende o público dos Estados Unidos. Além disso, a rede FCJ foi a primeira a lançar um modelo de franquia de startups no Brasil e a organização ainda atua com o fomento dos grupos de investimento-anjo no país, além de inúmeras outras iniciativas.

A rede também licencia seu modelo nas modalidades:

  • vertical: desenvolvendo segmentos específicos do mercado e conectando-os à inovação;

  • regional: replicando o modelo Venture Builder para promover a inovação em diferentes regiões do Brasil e do mundo;

  • corporate: conectando empresas já consolidadas à inovação aberta;

  • government: aproximando instituições públicas do ecossistema de inovação.

Em parceria com a FCJ Venture Builder, a Leonora inaugura a Leonora Ventures, que tem o objetivo de fomentar ideias inovadoras de educação e varejo e promover a aproximação entre organizações já consolidadas e startups.

O modelo de Corporate Venture Builder da FCJ, licenciado pela Leonora, permite que empresas se aproximem com mais facilidade de soluções inovadoras através da cultura de inovação das startups. Quando há a aproximação dessas empresas com a novação através do investimento em startups, a organização pode adquirir soluções que impactam suas operações de maneira profunda, gerando, consequentemente, uma vantagem competitiva para o negócio.

A Leonora Ventures surge para trazer a inovação em dois dos principais setores do mercado, o educacional e o varejo, e a FCJ atua como o braço de inovação que faltava para a Leonora atingir os seus próximos passos, levando adiante o espírito empreendedor que carrega desde a sua inauguração.

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